Héctor Rodas (Levante) fala do interesse do Valencia no mercado
O diretor desportivo do Levante analisa mais de 30 movimentos, Carlos Álvarez com pubalgia e a situação de Etta Eyong.
Héctor Rodas, diretor desportivo do Levante, marcou presença na Rádio Marca Valência para comentar o mercado de transferências, o futuro do plantel e o bom momento social do clube em Orriols. Segundo ele, foi um verão “difícil”: não era só contratar jogadores, mas também ajustar as contas, com mais de trinta operações. O dirigente admitiu que ficaram “exaustos”, embora com orgulho pelo trabalho do grupo.
Renovação e decisões do dia a dia
Rodas explicou que, com Luís Castro, a relação foi muito intensa: “falávamos cinco ou seis vezes por dia”. O treinador indicava o perfil que queria, mas a decisão final era do clube. Sobre Carlos Álvarez, falou de pubalgia e de um golpe no tornozelo, que impediram ver o nível a que a equipa estava habituada. Ainda assim, deixou claro que a qualidade do jogador “não tem dúvidas”. A oferta do Levante existiu, mas Álvarez tinha claro que queria seguir para o México.
Etta Eyong e o “telefonema” do Valencia
No caso de Etta Eyong, Rodas atribuiu o momento a uma mistura de fatores: na Copa da África sofreu críticas e, com Castro no banco, a escolha acabou por cair mais em Carlos Espí. Ele também disse que o clube segue a trabalhar para recuperar a “melhor versão” do jogador. Apesar de haverem interesses e ofertas sobretudo pelo lado económico, Rodas garantiu que Eyong quer ficar, e comentou que o Valencia também perguntou por outros atletas do Levante—mas o que lhe chamou atenção foi “a repercussão” dessa aproximação.
Por fim, o diretor avaliou Braulio Vázquez no Valencia, descrevendo-o como a melhor opção entre as alternativas por conhecer a casa e por ter feito um bom trabalho em Osasuna.
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