Iñigo Pérez vai trabalhar com pouco durante a pausa
O Villarreal entra no parón com 11 internacionais ausentes e reduz as opções para o treinador manter a preparação.
O Villarreal chega à pausa longa do campeonato com a vontade de aproveitar estas semanas para reforçar as mudanças que Iñigo Pérez está a implementar. Só que, como avança o MARCA, a lista de internacionais chamados para as respetivas seleções vai impedir o treinador de montar uma espécie de “mini pré-temporada” com grande parte do plantel.
De acordo com o jornal, serão onze os jogadores do Villarreal que vão representar os respetivos países neste parón internacional. Entre eles:
- Santiago Mouriño (Uruguai)
- Alex Freeman (Estados Unidos)
- Nathan Saliba
- Tajon Buchanan e Tani Oluwaseyi (Canadá)
- Georges Mikautadze (Geórgia)
- Nicolas Pepe (Costa do Marfim)
- Pape Gueye (Senegal)
- Renato Veiga (Portugal)
- Logan Costa (Cabo Verde)
O cenário fica ainda mais condicionado com uma lesão no plantel: com Santi Comesaña lesionado, o Villarreal fica com oito jogadores de campo do plantel principal, além dos três guarda-redes, tal como indica o MARCA.
Um parón com constrangimentos
Mesmo assim, Iñigo Pérez procurou tirar uma leitura positiva após a vitória frente ao Levante. O técnico admite que a ausência de muitos jogadores tira-lhe controlo e gera stress, mas defende que, com quem ficar, o trabalho vai focar-se em dinâmicas posicional e na observação de jovens do filial. “Num parón há falta de controlo por causa de quem sai e isso gera-me stress. Mas com os que ficarem trabalharemos situações posicionais, veremos miúdos do filial… existem partes positivas que queremos aproveitar”, disse o próprio, conforme o MARCA cita.
O treinador também sublinhou que prefere parar depois de semanas de carga emocional elevada: acredita que a separação por algumas semanas trará relaxamento e permitirá ao grupo ficar com o que é bom e deixar o “tóxico”.
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