Voltar ao muralParón internacional de três semanas aumenta a pressão nos bancos
Notícias🏴󠁧󠁢󠁥󠁮󠁧󠁿 Premierhá 7 dias · 20 de setembro de 2026

Parón internacional de três semanas aumenta a pressão nos bancos

O BBC Sport analisa se a pausa longa de setembro pode acelerar despedimentos: Fulham e Manchester United chegam com urgência.

Um parón internacional de três semanas pode piorar a situação de treinadores já pressionados pelos resultados. O BBC Sport recorda que esta temporada já houve duas mudanças de treinador: Paul Heckingbottom no Preston North End e Michael Duff no Wycombe Wanderers. Com a nova pausa estendida a caminho, muitos outros técnicos ficam com a sensação de estarem a ser avaliados de perto.

Fulham e United sob holofotes

A reportagem aponta para um jogo que concentra atenções antes do desligar das competições: Fulham–Manchester United este domingo, em Craven Cottage, o último compromisso antes dos jogadores partirem para as seleções. No caso do Fulham, o foco está em Alvaro Arbeloa, nomeado no verão e que, segundo o BBC Sport, tinha tido apenas 28 partidas ao comando do Real Madrid na segunda metade da época passada. O arranque em Premier League também não tem ajudado: zero vitórias e três derrotas nos primeiros quatro jogos. Além disso, o meio menciona a existência de especulação sobre instabilidade no balneário, ligada à atividade nas redes sociais de alguns atletas.

No Manchester United, a pressão também é visível para Michael Carrick, especialmente depois da eliminação na EFL Cup com o Brighton (3-2) na quarta-feira. O BBC Sport destaca ainda que foi a primeira vez que o United chegou à vantagem por dois golos em casa e acabou por perder desde 1976. O cenário piora com a derrota anterior frente ao City (1-0), já com 10 jogadores, e com as únicas vitórias do ano até agora contra Ipswich Town e Sabah.

O parón pode mexer mais cedo?

O BBC Sport dá um pouco de contexto com dados: nos últimos 10 anos tem sido raro um treinador da Premier League ser substituído tão cedo na campanha. Ainda assim, este ano há um detalhe relevante: o primeiro parón é mais longo (três semanas em vez de duas) e chega mais tarde do que em anos anteriores. Nesse período de setembro, o meio lembra que apenas dois treinadores foram despedidos durante a pausa nos últimos 10 anos: Javi Gracia (Watford, 2019) e Nuno Espirito Santo (Nottingham Forest, no ano passado). Outubro também não mostra muitos casos.

A ideia central é que as mudanças nem sempre acontecem durante os dias de pausa, mas a pressão tende a acumular-se logo a seguir, com mais escrutínio quando os campeonatos regressam. A reportagem cita Tony Pulis (ex-Stoke, West Brom e Middlesbrough) sobre quando a pressão ganha força e defende que este parón precoce de setembro não ajuda treinadores em dificuldades, já que interrompe o ritmo e aumenta o risco de lesões devido às viagens e ao desgaste.

Fonte: BBC Sport.

Próximo jogoIpswichFulhamsábado, 10 de outubro · 10:00Horário, onde ver e escalações →
Partilhar𝕏WhatsApp
FonteBBC SportLer o artigo original
Curtes futebol? Prova-o.

Faz os teus prognósticos da LaLiga, da Champions e mais, e compete com os teus amigos no TuFutbolero.

Criar conta