Sevilla e CTA em choque: VAR não interveio na jogada de Güler
O CTA admitiu erro no 2-0 por falta de Konaté a Robbie Ure, mas defendeu que o VAR não podia intervir na ação de Güler com Peque.
O Sevilla levou as suas queixas ao CTA após Real Madrid-Sevilla, com polémica na ação de Arda Güler com Peque e no cotovelada de Güler em Peque sem bola por perto. Segundo a MARCA, o organismo arbitral disse que não tinha imagens suficientes para avaliar a intensidade e, por isso, o VAR não interveio.
Reunião em Las Rozas
A reunião do presidente do Sevilla, José María del Nido Carrasco, com o presidente do CTA, Fran Soto, na Cidade do Futebol de Las Rozas não acalmou os ânimos. O clube discorda: entende que o regulamento prevê vermelho direto pela simples intenção de atingir, além de pôr em causa o critério de intensidade do VAR.
No segundo golo, o CTA admite falta anterior de Konaté em Robbie Ure e fala num erro de campo. Mesmo assim, sustenta que a sala VOR não podia corrigir por considerar que o avançado escocês não chegou à bola e que era uma segunda jogada—algo que o Sevilla contesta, porque a ação do infrator estaria na origem do 2-0.
Quanto a penáltis, o CTA explica que a queda de Peque perante Cucurella não foi clara e manifesta, embora admita que, se tivesse sido marcada em direto, não seria anulada. Sobre a grande penalidade que fez o 3-0 com Kylian Mbappé, a entidade defende que houve contacto suficiente; no Sevilla encaram como decisão exclusiva do árbitro principal.
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