VAR falhou: linhas manuais para anular golo de Dotor
No Getafe-Málaga, o VAR não pôde usar o sistema semiautomático e a jogada foi revista com linhas traçadas à mão.
O VAR foi protagonista pelo lado mais incómodo no Getafe-Málaga: o golo anulado ao Dotor na primeira parte não pôde ser confirmado com o sistema semiautomático por uma falha técnica, e os árbitros tiveram de traçar as linhas manualmente.
Golo anulado com revisão longa
Como explica o MARCA, a jogada levantou dúvidas e a revisão estendeu-se por vários minutos. A posição parecia “milimétrica”, mas o SAOT (sistema semiautomático) não pôde ser usado após uma disfunção. Resultado: em vez do procedimento habitual, o controlo demorou mais do que o esperado e teve de ser feito à mão.
Pouco depois, a LaLiga emitiu um comunicado para esclarecer o que aconteceu. Tal como o organismo explicou, no jogo entre o Getafe e o Málaga, depois de um golo dos visitantes invalidado por fora de jogo no final da primeira parte, foi preciso traçar as linhas de forma manual por causa da disfunção no sistema SAOT.
A validação foi correta
A LaLiga salientou que o procedimento de verificação e validação foi feito corretamente e, depois desse ajuste, confirmou-se o golo anulado do Málaga. Além disso, apontou que o tempo de checagem se prolongou por um motivo claro: era para ser uma revisão feita em poucos segundos.
Em suma: o desfecho da jogada foi mantido, mas a incidência tecnológica alterou o processo de revisão do lance-chave.
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